STF: Faça justiça! Piso é Lei.

23 ago

Fortaleza (CE)

30 ago

É inadmissível que a entidade judicial superior não tenha julgado imoral a ADIN impetrada por pessoas jurídicas analfabetas. O judiciário no Brasil é desacreditado com tanta pasmaceira e analfabetismo. O Salário Base é onde deve estar implantado o Piso Nacional. O piso salarial jamais, com este procedimento, será alcançado pelo magistério. Os problemas políticos são mais abençoados pelo judiciário. Quanta roubalheira, sonegação e falta de vergonha campeiam neste País.

José Nunes Rodrigues

Poconé (MT)

30 ago

Sou professora municipal e Presisente do FUNDEB. Luto com todas as forças para que no meu município a Lei do Piso seja cumprida, porém não obtenho resultados eficientes já que a nossa classe não é ouvida pelas autoridades. O que devemos fazer? Quais atitudes devemos tomar em relação à implantação do piso.

E ainda sou obrigada a ouvir que isso é um sonho que está fora da nossa realidade.

Leticia Gisele Pinto de Moraes Queiroz

Divino (MG)

30 ago

Sou professora da rede municipal de ensino da minha cidade, o piso salarial é R$ 640,00. Isto porque a categoria fez greve, pois antes era R$570,00.

Adriana Piler

Guanambi (BA)

30 ago

Quero informar que o município de Guanambi – governado por partido de direita PSDB – está querendo implantar um Plano de Carreira onde crucifica os professores com diversas proibições. Não organizou a jornada de trabalho, implantou o Piso de R$ 1.024,00 sem avaliar as perdas salariais, quer tirar o incentivo que paga aos professores pelo planejamento e faz perseguição política com assédio moral. Além disso, fez da educação inclusiva uma verdadeira bagunça eleitoreira.

Marlene Morais

Parelhas (RN)

30 ago

Aqui em nosso município o prefeito sancionou o Plano de Cargo e Salários desde o dia 01/01/10 e até hoje dia 30/08/10, não cumpriu nem deu aumento aos professores da rede municipal. É uma pena que um prefeito que também é professor despreze tanto uma categoria.

Edmar José da Silva

Corumbá de Goiás (GO)

30 ago

Meu nome é Jefferson Isac dos Santos, resido em Corumbá de Goiás e minha tia é professora municipal. Ela, como milhares de professores pelo Brasil a fora, tem sido penalizada pela má gestão da educação. Aqui em nossa cidade, para burlar o texto da Lei, o Prefeito Municipal não tem aplicado de forma correta o Piso Nacional. Em vez de pagar o Piso e depois aplicar as gratificações, quinquênios e etc, ele paga um salário bem menor – R$600 ou R$700 – que juntando às gratificações, quinquênios e outros chega ao Piso de R$950.

Aqui temos outro fato interessante: a carga horária definida no plano de carreira é de 30 horas. Isso pode estar influenciando na remuneração.

Ante toda esta explanação lhes pergunto encarecidamente. É legal esta postura, ele esta amparado por alguma Lei? Em caso de ser ilegal qual a medida que eu poderia tomar? Já há muito tempo essa situação vem ocorrendo e imagino que ela tenha direito a recuperar um valor retroativo desde de que a Lei entrou em vigor. Não entendo muito bem essas questões mas gostaria muito de poder ajudar a minha tia a garantir seus direitos. Estou fazendo uma pesquisa na internet para colher o maior número de informações possível.

Jefferson Isac

São Sebastião (AL)

30 ago

É muito triste quando a maior corte da justiça de um país emperra uma Lei que beneficia uma cartegoria tão mal tratada como os professores desse país. Isso só confirma o descaso com a educação pública brasileira, que país é esse que uma lei é aprovada no Congresso Nacional, sancionada pelo o presidente da República, mas é barrada pelo STJ. Que vergonha.

Paulo Cesar Porfirio dos Santos

Alagoa Grande (PB)

30 ago

Sou da Paraíba e trabalho no Municipio de Alagoa Grande. O Prefeito constituinte começou a pagar o “Piso” no meio do ano e não nos pagou os retroativos, alegando falta de dinheiro. Infelizmente nosso sindicato fez um acordo em abdicar dos retroativos para que se pudesse implementar o piso…

Mas o Piso é de R$937,50 para 40 Horas semanais nivel médio e de R$750 mais 20% quem tem nivel superior, ficando em torno de R$940, liquido R$860 reais. Ele não leva em consideração o novo “Piso” do MEC de R$1.024. O concurso realizado aqui foi para 25 horas semanais

Rafael Aguiar Marinho

Minas Gerais

30 ago

Aqui em Minas Gerais, foram feitas várias tentativas de negociação com o governo, que só resolveu conversar com os trabalhadores em educação após uma greve de 49 dias e, mesmo assim, devido a proximidade do processo eleitoral. O sindicato apresentou várias melhorias que poderiam ser feitas, entre elas a implantação imediata do Piso… Sempre alegando, ora a tal “Lei de responsabilidade fiscal”, ora o calendário eleitoral, iam nos empurrando com a barriga. De repente, eis que apresentam uma tabela com subsídio, ignorando biênios e quinquênios. Enfim, nem uma prata, tudo para o ano que vem. Minha situação é a seguinte: professor há 10 anos graduado e pós-graduado, por 24h ganho R$560 + R$300 dos penduricalhos = R$860.

Luciano José Rodrigues

Itapemirim (ES)

30 ago

Não é verdade que Itapemirim paga o piso, pois um professor receber R$620 é lastimável. Isso sem falar que o parecer do MEC é um equívoco que distorce a Lei do Piso.

Paulo Loureiro